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quarta-feira, 31 de março de 2010

Uma das formas de quebrar paradigma nas aulas de Ed Física.

Nas aulas de Ed. Física podemos observar que a aula é apenas um momento de recreação com bola ou é o um treino de “auto rendimento”onde apenas alguns alunos participam. Como professores de Ed. Física precisamos nos lembrar o tempo todo de que não estamos lidando com atletas e muito menos ensinando esses alunos como brincar, mas que estamos influenciando na formação de um cidadão e que precisamos lhe passar algum conhecimento da atividade que estamos desenvolvendo em aula. Muitos alunos não se interessam pelas aulas de Ed. Física por passarem anos observando que os professores só “ensinam” algum tipo de X-bol (Voleibol, Basquetebol, Handebol e principalmente FUTEBOL) sendo que essa área é muito rica e tem muito para ensinar.

Como podemos quebrar esse paradigma?

No livro PARA ENSINAR EDUCAÇÃO FÍSICA de Darido, Suraya Cristina / Souza Jr., Osmar Moreira de, encontramos as três dimensões do conteúdo, que são:
Dimensão atitudinal: Trabalha as atitudes do indivíduo, em relação a cidadania: deveres e direitos (sociedade).
Dimensão Procedimental: Trabalha com atividades que estimulam o indivíduo a vivenciar, perceber e praticar as atividades motoras: correr, desviar, girar, amortecer...
Dimensão Conceitual: Trabalha os conceitos como a história, o significado, a importância de um determinado esporte ou competição.

Ex: Relação das dimensões com a Maratona.
-Podemos trabalhar com os alunos a história da maratona ex: quem foi o 1º atleta masculino a ganhar uma maratona, em que ano isso aconteceu, quem foi a 1ª mulher a participar oficialmente de uma maratona e como é esse esporte em nosso país. (CONCEITUAL)
-Podemos trabalhar com os alunos a maneira certa de correr e quais exercícios apropriados para fortalecer os membros inferiores. (PROCEDIMENTAL)
-Podemos trabalhar com os alunos a questão de não trapacear durante a prova e cidadania através de pesquisa sobre maratona que tem por objetivo alguma causa social. (ATITUDINAL)

Maratona

A maratona surgiu com um herói grego que, segundo a lenda, sacrificou sua vida para percorrer os 40 km entre as cidades de Maratona e Atenas, na Grécia. O corredor era Pheidíppides que correu a distância para levar a notícia da vitória grega sobre os persas, no ano 490 a.C. ao chegar em Atenas ele disse a para lavra Κερδίσει τη μάχη (Vencemos a Batalha) e em seguida, caiu morto.
A maratona começa a fazer parte dos jogos olímpicos no ano de 1896 em homenagem a Pheidíppides, a distância da prova era 40km. No ano de 1908 nos jogos olímpicos de Londres, para que família real pudesse assistir a prova a maratona ganha mais 2,195km.

A 1ª mulher a participar da maratona em jogos olímpicos foi a americana Joan Benoit Samuelson no ano de 1984 nos jogos olímpicos de Los Angeles.

No Brasil atualmente o maratonista mais conhecido é o ex- atleta Vanderlei Cordeiro de Lima, que foi derrubado por um Irlandês durante a prova nos jogos olímpicos de Atenas em 2004. Ele ficou em 3º lugar levando a medalha de bronze e Medalha Pierre de Coubertin concedida para atletas que valorizam a competição olímpica mais do que a vitória e que é considerada uma honra elevadíssima atribuída pelo Comité Olímpico Internacional (COI).

domingo, 28 de março de 2010

QUEBRANDO PARADIGMA

Podemos encontrar esse assunto em algumas manifestações artísticas como na música do Chico Scince



e no filme Abril Despedaçado, onde o personagem Menino faz de tudo para quebrar uma tradição (paradigma) da família.


Pensando em nossa profissão temos um texo do Valter Bracht que nos leva a refletir no modelo de Educação Física que é trabalhada nos escolas, apesar de se tratar de um texto do ano de 1986, o modelo continua o mesmo, os professores continuam usando aquele modelo padrão de ensinar os quatro esportes mais cohecidos visando apenas o movimento e as regras, muitas vezes excluindo aqueles alunos que não tem aptidão para determinados movimentos e não trazendo uma concientização do que é ser cidadão, sendo que esse paradigma pode ser quabrado, adaptando esses esportes para que todos alunos possam participar e aprender qual é o seu papel na sociedade.

Nome do texto : "A CRIANÇA QUE PRATICA ESPORTE RESPEITA REGRAS DO JOGO...CAPITALISTA"

Ciência

Essa semana apresentamos um trabalho muito interessante sobre ciência. Esse trabalho foi muito complexo, por se tratar de um assunto muito amplo, a cada pesquisa surgia um assunto novo. Usamos como base de estudo Rubem Alves e Chalmers para explicar a ciência Tradicional (ordem), Thomas Kuhn e Einsten (teoria do caos) para falar da Desordem.
Vou postar aqui de forma bem resumida um poco do que foi apresentado.

Um pouco da história:
A ciência começa na Grécia antiga, quando o homem passa a questionar (Filosofia) os mitos religiosos e populares (Mitologia Grega), os grandes pensadores da época começam a buscar respostas para o seu dia-a-dia, por meio da razão. Os grandes pensadores do período clássico são: Sócrates, Platão e Aristóteles.
No período moderno surgem outros pensadores, no Renascimento temos René Descates, Francis Bacon, Thomas Robbes e John Locke. No Iluminismo temos Immanuel Kant, Friedrich Hegel, Montesquieu, Diderot, D'Alembert e Rosseau.

Ordem:
Os cientistas assim como o homem comum buscam organizar as coisas, o homem busca essa organização no trabalho, em casa, nos estudos ou em qualquer outra situação para facilitar o seu dia-a-dia. O cientista demonstra essa ordem quando anuncia uma teoria. A ciência busca essa ordem através de paradigmas.
Uma ciência madura é governada por um único paradigma. O paradigma determina os padrões para o trabalho legítimo dentro da ciência que governa. Ele coordena e dirige a atividade de "solução de charadas" do grupo de cientistas normais que trabalham em seu interior. A existência de um paradigma capaz de sustentar uma tradição de ciência normal é a característica que distingue a ciência da não-ciência (Chalmers: 1929 p).
Desordem:
Para Thomas Kuhn a revolução cientifica se dá quando surge um novo paradigma completamente diferente do paradigma anterior. Aí começa a “desordem”, pois a quebra de paradigma significa ampliar a visão, mudar a forma de ver determinadas coisas.
Um exemplo de quebra de paradigma:
Um grande marco de uma revolução paradigmática é, por exemplo, a revolução galilaica do século XVII. Vê-se facilmente como funciona um paradigma, tomando como exemplo a observação das manchas solares feita por Galileu. Ele observa-as através do telescópio e outro cientista não as vê nas mesmas condições. Porquê? Por que se trata de dois paradigmas diferentes: um permite ver as manchas solares, ao passo que o outro não.

Conclusão:
Ciência tradicional:
Causa e efeito (ordem, certeza e controle) - Newton
Ciência nova: Teoria dos caos ( desordem, incerteza e dinâmico) - Einsten

A Ciência em Si

sábado, 27 de março de 2010

TEMAS QUE SERÃO POSTADOS NOS PRÓXIMOS DIAS

O QUE É CIÊNCIA?

C OMPRAVAÇÃO
I NFORMAÇÃO
Ê XPERIMENTO
N OVIDADE
C ONHECIMENTO
I NTRIGANTE
A VANÇO

A HISTÓRIA DA MARATONA.

M ARCA
A GILIDADE
R ENDIMENTO
T REINAMENTO
O RGANIZAÇÃO
N UMERO DE PARTICIPANTES
A TENÇÃO

Dois esportes desconhecidos

No mesmo trabalho sobre a classificação dos esportes foi solicitado que pesquisássemos dois esportes desconhecidos e fizéssemos uma classificação de ambos segundo a nossa pesquisa. Os esportes escolhidos foram o Kabaddi esporte indiano e o Kendô esporte japonês ambos os esportes são praticados no Brasil, o Kendô é mais conhecido e mais praticado devido a presença da cultura japonesa em nosso país e o Kabaddi é praticado no estado de Minas Gerais, mas precisamente em Belo Horizonte.





KENDO



KABADDI


Classificação:

Kendô: individual Esporte, com interação com o ardversário, ambienteal com estabilidade e de luta.

Kabaddi: Esporte coletivo, com interação com o adversário, com estabilidade ambiental e de luta.