Parece até mentira tudo o que vivi nesse 1º semestre, na faculdade foram 4 meses super intensivos, conheci muita gente bacana e fiz coisas que nunca imaginei que faria, por exemplo, um trabalho que fizemos em que eu passei algumas posturas de yoga para a sala incluindo o professor , colocar um nariz de palhaço e andar pelo esportivo da penha entrevistando pessoas e brincando com crianças para o trabalho que apresentamos no final do semestre e, contribuir com a filmagem de outro grupo da sala dançando forró. Para uma pessoa como eu que morria de medo de falar em público e super tímida, saio desse semestre bem diferente, acho que até o final do curso eu devo mudar mais. Se tivesse que fazer o meu auto - retrato hoje, não escreveria da mesma maneira como escrevi o que foi postado, porém não vou mudar nada agora, será mais interessante fazer um auto-retrato todo final de ano, para saber o que houve de mudança durante todo o curso.
Tudo o que foi conversado em sala de aula eu pude ver de perto em uma visita que fiz a um projeto que trabalha com crianças carentes, pude perceber que tanto no projeto como na escola essas crianças não tem a oportunidade de criar, de ter consciência corporal e de aprender sobre a cooperação. Foi uma experiência bastante interessante, pois pude perceber o que nos espera nas escolas ou ONGs em que trabalharemos futuramente.
Bom! Estou de férias, mas no momento a única vantagem que vejo nisso é fato de poder ter voltado para as aulas de dança, estou sentindo falta da correria dos trabalhos e dos temas que eram abordados em sala de aula, porém não estou totalmente livre, estou participando da iniciação cientifica como voluntária, ou seja, tenho bastante artigo para ler e também tenho que escrever.
Por enquanto vou ficando por aqui e quero aproveitar para agradecer primeiramente a Deus, por ter me proporcionado esse tempo de aprendizagem, aos meus pais que não tiveram a oportunidade de terminar o primário, mas que sempre incentivaram os estudos tanto para mim quanto para minha irmã, aos meus professores, os meu colegas de sala e o grupo Alfa que me ajudou bastante e com quem eu vivi a maior parte do tempo nesses 4 meses!
SEJA BEM VINDO!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Avaliação!

Mais uma vez chegou o dia da avaliação, dessa vez foi solicitado que escolhêssemos uma imagem e fizéssemos a relação das temáticas trabalhadas durante o semestre. A escolha da minha imagem se deu através de um comentário que a minha mãe fez sobre o livro Fernão Capelo Gaivota e, então fui procurar saber um pouco mais da história, à história é sobre uma gaivota que gostava de voar e de ser “livre” e acaba sendo banida do grupo, por não se comportar como as demais gaivotas.
[...] “O homem só pode crescer - isto é, ser cada vez mais – através da expansão gradual e contínua da percepção de si em relação a si mesmo, em relação aos outros, em relação ao mundo. Como ser incompleto e inacabado que é sua vida deveria se constituir em uma constante busca de concretização de suas potencialidades e, desta maneira, humanizar-se a todo o momento. Este deveria ser o papel de todo o processo de construção dos seres humanos, quer seja por meio da educação formal, informal ou pessoal (auto-educação). Coisa que, efetiva e lamentavelmente, não tem ocorrido”. (Medina, João Paulo S. 1990, p. 24). O que pude perceber durante esse semestre é que nós não somos ensinados a pensar, aquele que pensa e questiona é subversivo, passa a ser visto de uma forma negativa. Para que isso não aconteça preferimos não questionar o sistema, a cultura, nossa família, nossos professores e nem a nós mesmos, não procuramos saber de nossas potencialidades e nos acomodamos como se só tivéssemos a capacidade de reproduzir o que nos foi “ensinado”. Com o decorrer das aulas os professore foram nos tirando de nossa zona de conforto, para nos fazer pensar, questionar, pesquisar e debater [...] “De fato, se a cultura influencia no comportamento humano, quem produz e transforma a cultura cotidiana são os homens. Falando da tradição cultural, eu pretendo rechaçar uma idéia tão precipitada quanto ingênua de que basta a conscientização a respeito dos nossos erros para a transformação de nossos atos”. (Daolio, 2003, p. 113). Passamos nos questionar como ser humano, cidadão, filho, aluno etc... E ao fazermos isso passamos a nos questionar quanto futuros professores de Ed. Física, será que vamos ter força suficiente para continuar “voando” ou vamos passar a nos comportar como as demais gaivotas para que não sejamos banidos do grupo? [...] “Houve, durante a época clássica, uma descoberta do corpo como objeto e alvo de poder. Encontraríamos facilmente sinais dessa grande atenção dedicada então ao corpo — ao corpo que se manipula, se modela, se treina, que obedece, responde, se torna hábil ou cujas forças se multiplicam”. (Focault, Michel, 2008, p. 117) O que é mais importante: A técnica ou a pessoa? Modelar ou formar? A disciplina ou a participação? Domesticar ou educar? (Oliveira, Vitor M. 2004, p. 10) ou será que vamos levar para os nossos alunos essa “liberdade” de pensar e questionar? (Vilela, Silvio H. 2006) Segundo Darido (2003) [...] "Os próprios alunos poderiam transformar-se em agentes socioculturais, favorecendo a utilização desse espaço como um a mais para a apropriação de vivências de lazer. Apropriar-se da escola pode significar a responsabilidade sobre ela." Lazer na escola? (Vilela, Silvio H. 2006) Segundo MARCELLINO in DE MARCO (2006) citados por Vilela [...] “o lazer relaciona-se diretamente à educação física escolar, que tem como seu mediador o professor que pode através do mesmo construir valores, respeito, solidariedade, enfim dar todo um aparato par o bem estar daquela comunidade que percebe no lazer uma melhora de vida". Quando o aluno tem contato com diversas práticas corporais ele tem como pensar melhor na forma de aproveitar o tempo vago do seu dia ou do final de semana (Silva, Cintia L. da, 2009, p. 7) De acordo com Daolio (2003) citado por Silva [...] “Compreende-se que, com a aplicação da referida proposta em aulas de Educação Física, os alunos poderão ter acesso a essa manifestação cultural, de modo a atender à finalidade dessa instância de ensino, de assegurar que os alunos adquiram autonomia em relação aos elementos da cultura corporal, para que, mesmo sem aulas de Educação Física, em sua vida futura, eles sejam capazes de praticar e apreciar atividades físicas, esportivas ou dança na hora do lazer”. Ter contato com várias práticas corporais proporciona ao aluno aprender também sobre cooperação. Segundo Osborne (2010 apud Murad, 2009) A melhor forma de interação social seria a cooperação, pois essa contribui para a redução da competição e neutralização do conflito. Essa cooperação, o autor explica fazendo referência à Piaget é essencial para o processo de aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo. É missão da escola formar cidadãos que sejam, dentre outras coisas, capazes de questionar exclusões e identificar realidades. Por outro lado, Murad afirma que é necessário lidar com o elemento da competição porque ele também é próprio da condição humana. O aluno passa a ter noção também do corpo em sua totalidade e passa entender a importância de se respeitar como corpo [...] “Ao tentar explicar todas as suas dimensões, o homem se retalha em duas, três ou quatro partes e depois se torna incapaz de perceber a totalidade em que elas se realizam” (Medina, João Paulo S. 1990 p.42). Como professores que entendem que os alunos devem saber pensar e questionar, também temos o dever de proporcionar o conhecimento total das práticas aplicadas em aula, como a história e a mudança que pode acontecer em suas atitudes [...] “Ao longo da história dessa disciplina (Ed. Física), priorizou-se os conhecimentos numa dimensão procedimental, o saber fazer e não o saber sobre a cultura corporal ou como se relacionar nas manifestações dessa cultura (DARIDO e RANGEL, 2005).
Nossa caminhada de “liberdade” está apenas começando, já começamos ter outra visão da nossa futura profissão, assim como na revolução galilaica, quando Galileu observa através do telescópio as manchas solares e outro cientista não as vê nas mesmas condições e, isso acontece quando passamos a perceber que existe outra possibilidade além do que nos foi ensinado e passamos a quebrar paradigmas. Assim como Fernão Capelo teve um mestre Chiang para dar um norte sobre essa liberdade tão desejada por ele, nós também temos os nossos professores, porém um dia eles não estarão mais conosco e então vamos precisar ter autonomia para continuar a nossa caminhada e não nos deixar acomodar [...] “Chegou o dia em que Chiang se evaporou. Falara calmamente a todos, exortando-os a nunca deixarem de aprender, de treinar e de lutar por compreenderem cada vez melhor o perfeito e invisível princípio de toda a vida”. (Bach, Richard 1970. P. 99). Após ter se separado de seu mestre Fernão Capelo passas a ser o mestre de outras gaivotas.
Bibliografia:
- Medina, João Paulo S. Educação Física de corpo... e “mente”. ed.Papirus, Campinas, SP, 9º edição, 1990.
- Daolio, Jocimar, Cultura: educação física e futebol. 2ª ed. Ver. e ampliada. Campinas, SP. Editora da Unicamp, 2003.
- Focault, Michel, Vigiar e Punir, Editora Vozes, ed. 35ª, Petrópolis RJ 2008.
-Oliveira, Vitor M, O que é Educação Física. Editora Brasiliense, São Paulo, 2004. 4ª reimpr. da 11. Ed. de 1994.
- Vilela, Silvio H. Lazer na Educação Física Escolar: Compromisso ou Abandono Pedagógico? http://cev.org.br/biblioteca/lazer-educacao-fisica-escolar-compromisso-abandono-pedagogico, 2006. Data de acesso 25/05/2010.
- Silva, Cintia L. da, Vivência de atividades Circenses Junto a Estudantes de Educação Física: Reflexões Sobre Educação Física no Ensino Médio e Tempo Livre, www.anima.eefd.ufrj.br/licere/pdf/licereV12N02_a1.pdf, 2009, data de acesso 01/06/2010.
-Osborne, Renata eBatista, Washington A. Mestrado em Ciências da Atividade Física, UNIVERSO, Niterói, RJ, Brasil- Motriz, Rio Claro, v.16 n.1 p.28-36, jan./mar. 2010. Acesso 14/04/2010.
-Bach, Richard. A História de Fernão Capelo Gaivota. Editora nórdica, Nova York, 1970.
[...] “O homem só pode crescer - isto é, ser cada vez mais – através da expansão gradual e contínua da percepção de si em relação a si mesmo, em relação aos outros, em relação ao mundo. Como ser incompleto e inacabado que é sua vida deveria se constituir em uma constante busca de concretização de suas potencialidades e, desta maneira, humanizar-se a todo o momento. Este deveria ser o papel de todo o processo de construção dos seres humanos, quer seja por meio da educação formal, informal ou pessoal (auto-educação). Coisa que, efetiva e lamentavelmente, não tem ocorrido”. (Medina, João Paulo S. 1990, p. 24). O que pude perceber durante esse semestre é que nós não somos ensinados a pensar, aquele que pensa e questiona é subversivo, passa a ser visto de uma forma negativa. Para que isso não aconteça preferimos não questionar o sistema, a cultura, nossa família, nossos professores e nem a nós mesmos, não procuramos saber de nossas potencialidades e nos acomodamos como se só tivéssemos a capacidade de reproduzir o que nos foi “ensinado”. Com o decorrer das aulas os professore foram nos tirando de nossa zona de conforto, para nos fazer pensar, questionar, pesquisar e debater [...] “De fato, se a cultura influencia no comportamento humano, quem produz e transforma a cultura cotidiana são os homens. Falando da tradição cultural, eu pretendo rechaçar uma idéia tão precipitada quanto ingênua de que basta a conscientização a respeito dos nossos erros para a transformação de nossos atos”. (Daolio, 2003, p. 113). Passamos nos questionar como ser humano, cidadão, filho, aluno etc... E ao fazermos isso passamos a nos questionar quanto futuros professores de Ed. Física, será que vamos ter força suficiente para continuar “voando” ou vamos passar a nos comportar como as demais gaivotas para que não sejamos banidos do grupo? [...] “Houve, durante a época clássica, uma descoberta do corpo como objeto e alvo de poder. Encontraríamos facilmente sinais dessa grande atenção dedicada então ao corpo — ao corpo que se manipula, se modela, se treina, que obedece, responde, se torna hábil ou cujas forças se multiplicam”. (Focault, Michel, 2008, p. 117) O que é mais importante: A técnica ou a pessoa? Modelar ou formar? A disciplina ou a participação? Domesticar ou educar? (Oliveira, Vitor M. 2004, p. 10) ou será que vamos levar para os nossos alunos essa “liberdade” de pensar e questionar? (Vilela, Silvio H. 2006) Segundo Darido (2003) [...] "Os próprios alunos poderiam transformar-se em agentes socioculturais, favorecendo a utilização desse espaço como um a mais para a apropriação de vivências de lazer. Apropriar-se da escola pode significar a responsabilidade sobre ela." Lazer na escola? (Vilela, Silvio H. 2006) Segundo MARCELLINO in DE MARCO (2006) citados por Vilela [...] “o lazer relaciona-se diretamente à educação física escolar, que tem como seu mediador o professor que pode através do mesmo construir valores, respeito, solidariedade, enfim dar todo um aparato par o bem estar daquela comunidade que percebe no lazer uma melhora de vida". Quando o aluno tem contato com diversas práticas corporais ele tem como pensar melhor na forma de aproveitar o tempo vago do seu dia ou do final de semana (Silva, Cintia L. da, 2009, p. 7) De acordo com Daolio (2003) citado por Silva [...] “Compreende-se que, com a aplicação da referida proposta em aulas de Educação Física, os alunos poderão ter acesso a essa manifestação cultural, de modo a atender à finalidade dessa instância de ensino, de assegurar que os alunos adquiram autonomia em relação aos elementos da cultura corporal, para que, mesmo sem aulas de Educação Física, em sua vida futura, eles sejam capazes de praticar e apreciar atividades físicas, esportivas ou dança na hora do lazer”. Ter contato com várias práticas corporais proporciona ao aluno aprender também sobre cooperação. Segundo Osborne (2010 apud Murad, 2009) A melhor forma de interação social seria a cooperação, pois essa contribui para a redução da competição e neutralização do conflito. Essa cooperação, o autor explica fazendo referência à Piaget é essencial para o processo de aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo. É missão da escola formar cidadãos que sejam, dentre outras coisas, capazes de questionar exclusões e identificar realidades. Por outro lado, Murad afirma que é necessário lidar com o elemento da competição porque ele também é próprio da condição humana. O aluno passa a ter noção também do corpo em sua totalidade e passa entender a importância de se respeitar como corpo [...] “Ao tentar explicar todas as suas dimensões, o homem se retalha em duas, três ou quatro partes e depois se torna incapaz de perceber a totalidade em que elas se realizam” (Medina, João Paulo S. 1990 p.42). Como professores que entendem que os alunos devem saber pensar e questionar, também temos o dever de proporcionar o conhecimento total das práticas aplicadas em aula, como a história e a mudança que pode acontecer em suas atitudes [...] “Ao longo da história dessa disciplina (Ed. Física), priorizou-se os conhecimentos numa dimensão procedimental, o saber fazer e não o saber sobre a cultura corporal ou como se relacionar nas manifestações dessa cultura (DARIDO e RANGEL, 2005).
Nossa caminhada de “liberdade” está apenas começando, já começamos ter outra visão da nossa futura profissão, assim como na revolução galilaica, quando Galileu observa através do telescópio as manchas solares e outro cientista não as vê nas mesmas condições e, isso acontece quando passamos a perceber que existe outra possibilidade além do que nos foi ensinado e passamos a quebrar paradigmas. Assim como Fernão Capelo teve um mestre Chiang para dar um norte sobre essa liberdade tão desejada por ele, nós também temos os nossos professores, porém um dia eles não estarão mais conosco e então vamos precisar ter autonomia para continuar a nossa caminhada e não nos deixar acomodar [...] “Chegou o dia em que Chiang se evaporou. Falara calmamente a todos, exortando-os a nunca deixarem de aprender, de treinar e de lutar por compreenderem cada vez melhor o perfeito e invisível princípio de toda a vida”. (Bach, Richard 1970. P. 99). Após ter se separado de seu mestre Fernão Capelo passas a ser o mestre de outras gaivotas.
Bibliografia:
- Medina, João Paulo S. Educação Física de corpo... e “mente”. ed.Papirus, Campinas, SP, 9º edição, 1990.
- Daolio, Jocimar, Cultura: educação física e futebol. 2ª ed. Ver. e ampliada. Campinas, SP. Editora da Unicamp, 2003.
- Focault, Michel, Vigiar e Punir, Editora Vozes, ed. 35ª, Petrópolis RJ 2008.
-Oliveira, Vitor M, O que é Educação Física. Editora Brasiliense, São Paulo, 2004. 4ª reimpr. da 11. Ed. de 1994.
- Vilela, Silvio H. Lazer na Educação Física Escolar: Compromisso ou Abandono Pedagógico? http://cev.org.br/biblioteca/lazer-educacao-fisica-escolar-compromisso-abandono-pedagogico, 2006. Data de acesso 25/05/2010.
- Silva, Cintia L. da, Vivência de atividades Circenses Junto a Estudantes de Educação Física: Reflexões Sobre Educação Física no Ensino Médio e Tempo Livre, www.anima.eefd.ufrj.br/licere/pdf/licereV12N02_a1.pdf, 2009, data de acesso 01/06/2010.
-Osborne, Renata eBatista, Washington A. Mestrado em Ciências da Atividade Física, UNIVERSO, Niterói, RJ, Brasil- Motriz, Rio Claro, v.16 n.1 p.28-36, jan./mar. 2010. Acesso 14/04/2010.
-Bach, Richard. A História de Fernão Capelo Gaivota. Editora nórdica, Nova York, 1970.
Paintball

Fizemos uma vivência em grupo no Paintball, foi uma experiência nova para o grupo, ninguém havia participado desse jogo antes. Foi possível fazer relações com algumas temáticas trabalhadas, que serão postadas aqui.
Paintball relacionado com a fundamentação teórica.
Começaremos nossa análise pelo lúdico:
Lúdico
[...] “Jogo é uma atividade ou ocupação voluntária, exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente da vida cotidiana”. (Huizinga, J. Homo ludens,2007 p. o33). O paintball foi idéia de uma pessoa do grupo, porém todos concordaram por se tratar de algo que ninguém havia vivenciado antes, foi algo voluntário, pois todos foram por livre e espontânea vontade, não foi imposto. O jogo foi realizado em um espaço com características de um campo de guerra. As regras já eram determinadas pelo o juiz que eram obrigatórias para a segurança dos participantes, havia também regras de pontuação, porém essas regras não eram tão severas a ponto de nos fazer perder a ludicidade. Havia tensão principalmente para as meninas, por se tratar de um jogo e um espaço “masculino”, porém a alegria e o prazer logo aparecem no momento em que as meninas começam a se deslocar pelo campo e sentir o prazer de atirar no adversário. Foi um momento que nos tirou completamente do nosso cotidiano, pois fomos literalmente absolvidos pelo jogo.
Toda brincadeira de luta sempre tem um ou mais participantes que acabam se machucando, todos que participaram da vivência saíram pelo menos com um hematoma.
[...] Os cachorros e os garotinhos lutam “de brincadeira” com regras que limitam o grau de violência, apesar disso nem sempre os limites da violência permitida excluem o derramamento de sangue ou mesmo a morte do combatente. (Huizinga, J. Homo ludens,2007 p. 101).
Três dimensões do conteúdo
[...] Para o bom desempenho do jogo é fundamental que as atividades corporais, as habilidades e o domínio da técnica de cada jogador se relacionem, não na reduzida idéia de equipe ou conjunto somente para vencer, mas na perspectiva da compreensão das múltiplas determinações no desempenho de um jogo.
Com isso se quer dizer que erro/acerto, vontade coletiva, valores éticos, morais e políticos, habilidades e domínio técnico são determinações para as mudanças qualitativas. (Metodologia de Ensino da Educação Física, Coletivo de Autores, pág. 41).
Quando a equipe não visa apenas vencer o jogo a “competição” ali instaurada ganha outra roupagem, pois os competidores conseguem perceber a importância da cooperação entre a equipe, de perceber os erros e os acertos e também entender a importância do adversário em campo, pois para chegar o no resultado final é necessário entender que o adversário é a peça fundamental do jogo.
[...] “Ao longo da história dessa disciplina (Ed. Física), priorizou-se os conhecimentos numa dimensão procedimental, o saber fazer e não o saber sobre a cultura corporal ou como se relacionar nas manifestações dessa cultura (DARIDO e RANGEL, 2005, efdesportes). Entramos aqui na dimensão atitudinal, pois aprendemos ao longo da nossa vida escolar apenas realizar os movimentos e a competir, no paintball os nossos valores éticos e morais foram colocados a prova, pois poderíamos usar de má fé para machucar o nosso colega, entendemos que o bom desempenho do jogo se deu no momento em que cada um percebeu a dimensão atitudinal em suas ações, tivemos respeito ao próximo, cooperação, companheirismo e farplay. Não podemos excluir as outras duas dimensões, pois na parte conceitual temos a história do paintball e temos também a parte procedimental a qual não ficou muito em evidência, pois atirar e ao mesmo tempo correr e se esconder não era algo muito familiar.
Aprendizagem:
Em aprendizagem motora Daólio cita Fitts (1965 p.20) “Três fases da aprendizagem: cognitiva ou inicial. Em que o iniciante tenta entender a tarefa e o que ela requer; Fase associativa ou intermediária, em que ocorre uma maior organização e padronização dos movimentos já aprendidos; e fase autônoma ou final, na qual as habilidades requerem menos processamentos e o individuo pode ocupar-se com outros aspectos da performance ou mesmo realizar outras habilidades simultaneamente”.
A dimensão procedimental não ficou muito em evidência, pois tivemos que passar por essas três fases.
1ª fase cognitiva: aconteceu no momento em que o juiz estava explicando as tarefas que o paintball requeria.
2ª fase associativa: começamos a padronizar nossos movimentos, colocando em pratica o que foi entendido na 1ª fase.
3ª fase autônoma: Ocupamos-nos com outros aspectos e realizamos movimentos simultâneos como correr e atirar ao mesmo tempo ou se esconder e atirar.
Corpo
Analisando o que foi citado anteriormente podemos perceber o corpo em sua totalidade [...] “O movimento é uma condição necessária, mas não suficiente para a ação. (Tani,G.Educação Física escolar)”. Em um pensamento cartesiano apenas o fato de se movimentar já seria suficiente para jogar o paintball, porém se isso fosse realidade não teríamos que passas pelas três fases de aprendizagem e a dimensão procedimental seria algo natural e teria sobressaído durante o jogo. [...] “Ao tentar explicar todas as suas dimensões, o homem se retalha em duas, três ou quatro partes e depois se torna incapaz de perceber a totalidade em que elas se realizam” (Medina, João Paulo S. Educação física cuida do corpo e “ mente”,1990, p.42).
Cultura corporal de movimento.
Para Geertz (A interpretação das culturas, 1989), a cultura é a própria condição de vida de todos os seres humanos. É produto das ações humanas, mas é também processo contínuo pelo qual as pessoas dão sentido às suas ações. (Daolio, Jocimar. Educação física e co conceito de cultura, 2004. P.7) Ao entendermos o corpo em sua totalidade em qualquer ação, entendemos que ele possui cultura, pois está inserido em uma sociedade, se analisarmos o paintball esse esporte não faz parte da nossa cultura, porém está sendo inserido aos poucos, pois em alguns estados do nosso país existem federações, apesar do surgimento do paintball não ter haver com guerra, o jogo tem essa conotação. Os acessórios sozinhos não são considerados cultura, porém no momento em que começamos a trabalhar com eles passamos a exercer cultura, não nos remetemos apenas à cultura de outros países, como o país de origem do paintball ou países de guerra, mas também a nossa cultura.( por exemplo: quando era pequena assistia junto com o meu pai filmes de farwest e falava que quando fosse grande eu seria “pistoleira” no sentido de que usaria pistola, quando dei o 1º tiro no paintball me senti realizada.)
sábado, 29 de maio de 2010
Escritores da Liberdade
Ao assistir esse filme fiquei pensando em tudo o que temos aprendido nesse 1º semestre, é um filme muito marcante, quem não assistiu deve assistir, mesmo que você não queira ser educador.Bom! Fiquei pensando no papel daquela professora que luta contra o sistema para dar uma nova perspectiva para aqueles alunos, percebi que quem está levando a sério tudo o que está aprendendo vai ter que ser muito persistente para realizar o trabalho e não se deixar levar pelo sistema, na mesma semana em que assistimos esse filme eu comecei a ler o capitulo: Os Corpos Dóceis do livro Vigiar e Punir de Michel Focault, fica claro que o nosso sistema escolar está muito baseado no militarismo e no comodismo de alunos que só reproduzem e não pensam. Assim como aquela Profª acreditava na mudança do sistema para a melhoria do ensino daqueles alunos, nós futuros educadores também temos que acreditar e não deixar que a chama desse ideal se apague.
domingo, 23 de maio de 2010
Dança
Tivemos uma experiência com dança que foi muito interessante, após discutirmos o filme Vem Dançar, a profª nos pediu para levar um ritmo para aula. A 1ª experiência foi com o alunos da outra sala de Ed. Física, eles apresentaram Country, JumpStyle, Rock anos 60, Música dos anos 70 e Forró, minha sala observou e participou com eles nos momentos solicitados. Foi muito legal observar como as pessoas se comportam em um ambiente de dança, para pessoas como eu que ama dançar foi muito fácil se soltar e aproveitar todos os estilos que foram apresentados, porém para muitos não foi tão fácil assim, e isso foi bastante discutido em aula, pois percebemos que muitos não gostam de dançar por causa do corpo, por medo representar algo para quem está olhando ou até mesmo por ter medo de fazer feio. Entendemos que esse tipo de reação acontece por não termos contato com a dança desde a infância, o único contato que a maioria tem é com a quadrilha da escola, dançar faz parte da nossa cultura, através de alguns estilos podemos reconhecer alguns estados do nosso país e também a cultura de outros países, profº de Ed. Física poderia fazer um trabalho em conjunto com colegas de outras disciplinas, como história, geografia e português utilizando a dança. Pudemos observar também que nos estilos em que os passos foram ensinados as pessoas se retraiam mais, quando foi a vez do forró aconteceu algo muito interessante, pois cada grupo apresentava o seu estilo, ensinavam os passos e nos convidava para dançar com eles, porém quando o grupo do forró começou a dançar os 1º passos, a maioria dos que estavam presente começaram a se levantar e formar casal para dançar, não foi preciso o convite do grupo. Eu acho esse estilo de dança muito interessante tenho vontade de fazer uma pesquisa sobre o “poder do forró”, pois quando observo as pessoas dançando esse estilo percebo que elas transcendem , são absorvias pelo som e pelos passos o que também acontece comigo.
A 2ª experiência foi com a nossa sala, teve Anos 80, Lambada, Flesh House e Samba. No segundo dia as pessoas já estavam mais familiarizadas com a dança e com os colegas e o nosso trabalho ficou até parecendo um bailão.
O samba foi apresentado pelo meu grupo, é muito interessante estudar algo que você pensa que sabe, quando optamos pelo por esse estilo achei que seria algo muito fácil, mas ao começar a estudar a história do samba me surpreendicom o fato de percebe que eu só sabia o que o censo comum sabe, que o samba tem origem africana e existem várias vertentes do samba como Gfieira, Samba -canção,Patir do Alto, Pagode e Samba -enredo, mas eu não sabia, por exemplo, que muitos pesquisadores apontam o maxixe, lundu e a modinha como fontes que deram origem ao samba, os sambas mais conhecidos são os da Bahia, do Rio de Janeiro e São Paulo, o samba baiano tem influência do maxixe e do lundu, assim como a lambada que também tem influência do maxixe, apesar de fazer sucesso nesses três estados é claro que quando pensamos em samba o Rio de Janeiro é o 1º que vem na cabeça. Eu não sabia também que o 1º samba foi gravado em 1917 intitulado Pelo Telefone de autoria de Donga e Mauro de Almeida, porém durante a pesquisa pude perceber que há controversas em relação à gravação da música e da letra, aí posso perceber como não sabia quase nada da história, quando escutava o samba cantado por Diogo Nogueira Samba Pros Poetas, não entendia a parte da letra“Donga dizia pelo telefone”, agora eu entendo.Para essa apresentação resolvemos utilizar materiais recicláveis em vez de levar o cd, até que ficou parecendo uma roda de samba. Apesar da ultima experiência ter a conotação de baile e não trabalho, nos dois dias deu para perceber as três dimensões dos conteúdos ( que já foram postados), vários dos estilos apresentados nós só sabíamos fazer (Dimensão Procedimental) e com esse trabalho tivemos que pesquisar a história (Dimensão Conceitual) e durante a apresentação houve interação das duas salas, onde pudemos ver a colaboração, respeito ao próximo e cooperação (Dimensão Atitudinal).
É claro que não posso deixar de color uma musiquinha, vou colocar as duas músicas citadas.
Educação Física nos ensina muitas coisas!
Pelo Telefone:
Samba Pros Poetas :
A 2ª experiência foi com a nossa sala, teve Anos 80, Lambada, Flesh House e Samba. No segundo dia as pessoas já estavam mais familiarizadas com a dança e com os colegas e o nosso trabalho ficou até parecendo um bailão.
O samba foi apresentado pelo meu grupo, é muito interessante estudar algo que você pensa que sabe, quando optamos pelo por esse estilo achei que seria algo muito fácil, mas ao começar a estudar a história do samba me surpreendicom o fato de percebe que eu só sabia o que o censo comum sabe, que o samba tem origem africana e existem várias vertentes do samba como Gfieira, Samba -canção,Patir do Alto, Pagode e Samba -enredo, mas eu não sabia, por exemplo, que muitos pesquisadores apontam o maxixe, lundu e a modinha como fontes que deram origem ao samba, os sambas mais conhecidos são os da Bahia, do Rio de Janeiro e São Paulo, o samba baiano tem influência do maxixe e do lundu, assim como a lambada que também tem influência do maxixe, apesar de fazer sucesso nesses três estados é claro que quando pensamos em samba o Rio de Janeiro é o 1º que vem na cabeça. Eu não sabia também que o 1º samba foi gravado em 1917 intitulado Pelo Telefone de autoria de Donga e Mauro de Almeida, porém durante a pesquisa pude perceber que há controversas em relação à gravação da música e da letra, aí posso perceber como não sabia quase nada da história, quando escutava o samba cantado por Diogo Nogueira Samba Pros Poetas, não entendia a parte da letra“Donga dizia pelo telefone”, agora eu entendo.Para essa apresentação resolvemos utilizar materiais recicláveis em vez de levar o cd, até que ficou parecendo uma roda de samba. Apesar da ultima experiência ter a conotação de baile e não trabalho, nos dois dias deu para perceber as três dimensões dos conteúdos ( que já foram postados), vários dos estilos apresentados nós só sabíamos fazer (Dimensão Procedimental) e com esse trabalho tivemos que pesquisar a história (Dimensão Conceitual) e durante a apresentação houve interação das duas salas, onde pudemos ver a colaboração, respeito ao próximo e cooperação (Dimensão Atitudinal).
É claro que não posso deixar de color uma musiquinha, vou colocar as duas músicas citadas.
Educação Física nos ensina muitas coisas!
Pelo Telefone:
Samba Pros Poetas :
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Reinventando a Educação e por conseqüência a Ed. Física



Essa semana foi discutida a importância de re-significar a educação física, ao lermos um artigo do efdesportes.com Cultura corporal e Educação Física: elementos para uma re-significação da prática docente e assistir um vídeo do café filosófico com a filosofa Viviane Mosé, pudemos perceber que a sociedade onde o individuo está inserido molda a sua educação. Todo Homem tem cultura independente de ser alfabetizado ou não, pois a cultura é justamente o modo de vida de uma determinada sociedade, ou seja nós temos a cultura do nosso continente, do nosso país, do nosso estado, da nossa cidade, do nosso bairro e da nossa família. Essa sociedade sofreu mudanças culturais, e isso é muito notável quando conversamos com uma pessoa mais velha, pois sempre escutamos a frase: no meu tempo as coisas não eram assim. Os tempos mudaram, muitas coisas hoje são mais liberais do que antes, temos tecnologia em tudo, podemos nos conectar com o mundo inteiro através da internet, podemos dizer talvez que o mundo evoluiu, não sabemos ao certo se foi uma evolução benéfica, mas o que aconteceu com a Educação? Será que também evolui? Podemos perceber que a educação continua arcaica, professores são “ensinados” dentro das universidades a não pensar, apenas reproduzir o que aprendem, quando vão para dentro da sala de aula “ensinam” o mesmo aos seus alunos. Pensar, é o que nós temos aprendido a cada dia na faculdade, os nossos professores nos provocam o tempo todo fazendo que saíamos da zona de conforto, fazendo pesquisas, relacionado o que lemos e discutimos com o nosso cotidiano e até a enxergar Ed. Física onde talvez não seria possível, exemplo a prova que foi baseada nas obras de Oiticica. Eu achava que essa mudança só tinha que acontecer na Ed. Física, pois é a “disciplina” que estou estudando, mas ao ler o artigo de Bracht A constituição das teorias pedagógicas da educação física (1999) percebi que essa mudança tem que acontecer em toda a educação, quando ele fala “Trata-se do entendimento de que a educação corporal ou o movimento corporal é atribuição exclusiva da Ed. Física. Sem dúvida à Ed. Física é atribuída uma tarefa que envolve as atividades de movimento que só pode ser corporal, uma vez que humano. No entanto, a educação do comportamento corporal, porque humano, acontece também em outras instâncias e em outras disciplinas escolares”. Podemos ver nesse trecho do artigo que quando o professor entende o seu corpo e o do seu aluno como uma totalidade independente de qual for a matéria que ele leciona a educação do corpo está sendo realizada, na palestra de Viviane Mosé esse assunto fica mais claro, quando ela dá o exemplo de uma aula de ciência que é ministrada no interior de SP, onde o professor tem a natureza ao seu favor para explicar alguma planta, porém ele prefere desenhar a planta na lousa do que levar os seus alunos no meio da natureza para ter contato com a planta, trazendo para Ed. Física isso acontece quando os professores se acomodam em “ensinar” futebol, os alunos principalmente os meninos já entram na escola sabendo jogar futebol, pois desde pequenos jogam com familiares ou na rua com os vizinhos. Essa semana tivemos contato com atletismo, trabalhamos arremesso e salto em altura e distância, é bem provável que os nossos professores de Ed. Física também tenham aprendido, mas não nos foi ensinado, pois para isso o professor teria que ter tido o trabalho de pensar em como planejar a aula, para que quebrar a cabeça pensando? O brasileiro já “nasce” sabendo jogar futebol e tendo uma noção básica de voleibol. Tudo se aprende, e os professores precisam ter essa consciência de que aluno tem o direito de aprender modalidades novas, para que possa se desenvolver por completo tendo a noção do seu corpo em totalidade. O momento histórico das disciplinas é o momento em que nasce uma arte do corpo humano, que visa não unicamente o aumento de suas habilidades, nem tampouco aprofundar sua sujeição, mas a formação de uma relação que no mesmo mecanismo o torna tanto mais obediente quanto é mais útil, e inversamente. Forma se então uma política das coerções que são um trabalho sobre o corpo, uma manipulação calculada de seus elementos, de seus gestos, de seus comportamentos.O corpo humano entra numa maquinaria de poder que o esquadrinha, o desarticula e o recompõe. Uma “anatomia política”, que é também igualmente uma “mecânica do poder”, está nascendo; ela define como se pode ter domínio sobre o corpo dos outros, não simplesmente para que façam o que se quer, mas para que operem como se quer, com as técnicas, segundo a rapidez e a eficácia que se determina. A disciplina fabrica assim corpos submissos e exercitados, corpos “dóceis”. (Foucault, Michel.Vigiar e Punir, 1987). Viviane Mosé fala na palestra que a escola é como uma fabrica, com todas as característica, ao analisarmos essa trecho de Foucault, entendemos essa semelhança, pois que patrão gosta de ser questionado pelo empregado? E o mesmo acontece na escola o aluno que questiona é visto como problema, pois tira o professor da zona de conforto. Viviane Mosé também convida as escolas a levarem cultura, (nesse caso a cultura é sinônimo de arte) para os aluno e levar os alunos até a cultura. Esse final de semana aconteceu a virada cultural, é claro que eu fui, pois adivinha que ia se apresentar? O Simoninha junto com o seu irmão Max de Castro, porém não assisti só o Show deles, assisti ao show do Nelson Sargento e também do Jair Rodrigues, fiquei impressionada com a quantidade de jovens que conheciam as músicas do dois cantores, porém também fiquei me perguntando se a maioria desses jovens sabiam o motivo de estar ali, pois era muito grande a de ingestão de álcool e substâncias químicas, será que hoje ao chegar em seus trabalhos, faculdades e escolas o assunto foi o tanto que bebeu e que ficou doidão, ou foi a experiência de ter visto coisas diferentes ou a de ter visto o seu artista preferido de graça. Fiquei me perguntando se o fato de jovens se embriagarem cada vez mais cedo tem haver com o fato de não saberem pensar, pois em qualquer evento o excesso de álcool e substâncias químicas está presente, não quero aqui fazer um discurso moralista, mas será que não está na hora de nós jovens paramos para pensar se realmente precisamos disso para nos divertir em qualquer situação? Como disse antes tudo pode ser aprendido, se não fomos ensinados no passado a pensar, podemos aprender agora.
Por falar em pensar, como disse estou aprendendo a fazer isso na faculdade, com tantos trabalhos, precisamos toda semana praticar a criatividade, eu tive que fazer uma paródia para uma aula do core de artes, uma vez por semana temos uma aula diferente, no caso eu faço no 1º horário o core de cultura e no 2º horário o core de artes, foi um desafio pois tive que colocar minha criatividade realmente em pratica, vou postar a paródia aqui.
Primavera
Letra original:
Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Eu quero estar junto a ti
Porque (é primavera)
Te amo (é primavera)
Te amo, meu amor
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Meu amor...
Hoje o céu está tão lindo (sai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (sai chuva)
Paródia:
Quando o inverno chegar
Eu vou querer só curtir
Você pode até duvidar
Mas não vou ficar de DP
Porque sou CDF
Repito, sou CDF
Repito, Professor
Eu quero prova, para estudar
Eu quero prova, pode avaliar
Eu quero prova, para estudar
Professor
Você quer curtir comigo, estuda
Você quer curtir comigo, estuda
Por falar em pensar, como disse estou aprendendo a fazer isso na faculdade, com tantos trabalhos, precisamos toda semana praticar a criatividade, eu tive que fazer uma paródia para uma aula do core de artes, uma vez por semana temos uma aula diferente, no caso eu faço no 1º horário o core de cultura e no 2º horário o core de artes, foi um desafio pois tive que colocar minha criatividade realmente em pratica, vou postar a paródia aqui.
Primavera
Letra original:
Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Eu quero estar junto a ti
Porque (é primavera)
Te amo (é primavera)
Te amo, meu amor
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Meu amor...
Hoje o céu está tão lindo (sai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (sai chuva)
Paródia:
Quando o inverno chegar
Eu vou querer só curtir
Você pode até duvidar
Mas não vou ficar de DP
Porque sou CDF
Repito, sou CDF
Repito, Professor
Eu quero prova, para estudar
Eu quero prova, pode avaliar
Eu quero prova, para estudar
Professor
Você quer curtir comigo, estuda
Você quer curtir comigo, estuda
domingo, 9 de maio de 2010
Outra situação
Outra situação em que podemos encontrar a luta, o jogo e corpo é em uma batalha de mc's, eu nem havia pensado nessa possibilidade, foi um integrante do nosso grupo que fez essa relação e quando que parei para analisar vi que realmente ele tinha razão. Quando vemos uma batalha de mc's podemos ver claramente as características do jogo, da luta e do corpo em sua todalidade é como ver o tango ou qualquer outra luta, pois afinal como o próprio nome diz é uma batalha.
Segue abaixo uma demontração do que estou falando.
Segue abaixo uma demontração do que estou falando.
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